Lucro Presumido e Lucro Real – O que são?

Lucro Presumido e Lucro Real – O que são?

Escolher o regime de tributação mais adequado para o ritmo financeiro da sua empresa é um dos passos mais importantes durante seu planejamento tributário. A opção correta pode, inclusive, reduzir bastante os custos com esse tipo de encargo na sua organização. Para os empreendimentos com receita bruta inferior a 3,6 milhões de reais, por exemplo, a escolha do Simples Nacional normalmente é a solução mais adequada. No entanto, para todas as outras companhias, a opção fica entre o modelo de lucro presumido e de lucro real.

A maioria dos empreendedores, no entanto, não conhecem as diferenças entre esses dois modelos de tributação, deixando a escolha inteiramente a cargo do contador. Apesar de essa ser uma saída prudente, é fundamental que o empresário conheça mais profundamente esses dois termos. Além de se proteger de possíveis decisões equivocadas, poderá ele também compreender a escolha feita pela contabilidade. É por esse motivo que resolvemos abordar, neste post, as principais diferenças entre o lucro real e o lucro presumido. Confira a seguir!

Lucro presumido

Nesse regime de tributação, a apuração do IRPJ — Imposto de Renda Pessoa Jurídica — e da CSLL — Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido — tem uma base de cálculo prefixada pela legislação, com uma margem de lucro específica, que muda de acordo com a atividade da sua empresa. As margens presumidas são, basicamente, de 8% para as atividades de cunho comercial e de 32% para a prestação de serviços.

Apesar de ficar dispensado do lucro efetivamente auferido — exceto o proveniente de algumas situações especificas, como os ganhos com aplicações financeiras —, o grande risco do modelo de lucro presumido é a possibilidade de a sua empresa acabar pagando mais impostos do que deve, caso as margens de lucro efetivas forem menores do que a estabelecida pela legislação.

Além disso, não podemos nos esquecer de que, nesse regime, as arrecadações do PIS e do COFINS deverão ser cumulativas. Em outras palavras, os pagamentos de alíquota de 3,65% sobre o faturamento não geram abatimentos de crédito.

Lucro real

O outro modelo de tributação disponível é o lucro real, obrigatório para algumas empresas. Para a apuração desse valor, a empresa terá que saber exatamente qual foi o seu lucro auferido para realizar a base de cálculo do IRPJ e da CSLL. Dessa forma, os encargos irão diminuir ou aumentar de acordo com a apuração, sendo que, se forem computados prejuízos durante o ano, a empresa fica dispensada do pagamento.

 

O regime adotado no lucro real não é cumulativo para o PIS e o COFINS. Apesar de a alíquota dessas contribuições ser superior ao lucro presumido — 9,25% sobre o faturamento —, aqui existe a possibilidade de descontar créditos com base em alguns fatores — como o montante da depreciação dos ativos, o consumo de energia elétrica, dentre outros. Para concluir, lembramos que, no lucro real, a empresa fica obrigada a apresentar à Receita Federal alguns registros específicos do seu sistema contábil e financeiro. Fique atento!

E então, agora que sabe a diferença, responda: sua empresa atua com o regime tributário mais apropriado? Ainda com alguma dúvida? Comente!

Fonte: http://contaazul.com/blog/lucro-presumido-e-lucro-real-o-que-sao/

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